quarta-feira, 28 de novembro de 2018

Dance News Brasília - 2ª edição (on line)


*Solicito aos leitores especial atenção ao Editorial explicativo (pág.2).  Clique na página para ampliar. Grato.



















terça-feira, 26 de junho de 2018

Dance News Brasília - Edição 1















Lançado no dia 17 de junho de 2018, o primeiro tabloide alternativo sobre Dancas, no Distrito Federal.
O lançamento aconteceu durante a inauguracao da Escola de Dança Michel Gomes, no Setor de Mansões Park Way.

sábado, 28 de abril de 2018

NOTA DE ESCLARECIMENTOS


Em Resposta à Postagem do Professor Ramon Oliveira no Facebook



O jornal Dance News, primeiro jornal dirigido à Dança de Salão no Rio de Janeiro, apesar de suas oscilações nas periodicidades, sempre foi um veículo incentivador da dança a dois e de seus profissionais. Nas quatro últimas edições bimestrais, consecutivas, reavaliamos nossa estratégia de divulgar essa arte, tanto na distribuição como na visibilidade do jornal que conta com o apoio do grupo "Só Dança - Divulgação" (Facebook); das páginas "Só Salão" e "Dance News" (Facebook) com a versão impressa e on line, além deste blog. Procuramos, a partir dessa nova fase, focar o artista, o profissional professor, os novos e os eternos talentos do segmento e, também, envolver o público amador ou até mesmo àquele que ainda não dança, nesse universo, estimulando a prática que, no meu entender, é a maior garantia de sobrevivência das escolas de dança, ao lado da competência didática de cada profissional.
Estou tentando ser breve, mas preciso expor nossa visão em ser um elo entre profissionais e entre a dança e o mundo exterior para que não haja dúvidas quanto ao nosso propósito que é única e exclusivamente divulgar o trabalho de quem faz, de mostrar ao público não praticante que ele pode fazer parte desse mundo, que as aulas com profissionais qualificados é fundamental, que há espaço; que a Dança de Salão não é feita só de artistas, pois se não houver o público amador que vai ao baile para dançar prazerosamente ela deixa de existir. Nas nossas colunas discorremos sobre esses e vários outros assuntos.  O excesso de estrelismo e o ego inchado não permite que a Dança de Salão evolua. E isso não vem de hoje. Os que não pregam essa política pobre de querer se melhor ou maior, único ou tão-somente "eu", mostram com beleza sua arte, seu aprendizado, sua dedicação e são contemplados com o sucesso de suas apresentações, de seus eventos, da satisfação de seus alunos...
Na qualidade de editor do Dance News, não aceito uma mídia de fofocas, mas também não aceito uma mídia apática que não valoriza o que está sendo feito em prol da dança. E independente de ser anunciante, fazemos questão de mostrar quem faz e o que está sendo feito em prol da dança, sem, entretanto, expor ninguém que não tenha ainda alcançado um nível elevado dentro dessa área.
Vamos aos fatos:
Embora eu não tenha sido "marcado", mesmo sendo amigo virtual, tive acesso ao post do professor Ramon Oliveira um ou dois dias após ele ter publicado em sua página no Facebook, sob o título "É A HORA DA VERDADE!!!", um texto em que demonstra descontentamento com duas publicações feitas no Dance News, acusando o jornal de MENTIROSO e LEVIANO, o que me mobiliza fazer detalhada contestação.
E faço isso em respeito ao público leitor do Dance News e aos profissionais que valorizam e apoiam nosso trabalho.

Eis, abaixo, a página 4 da edição de fevereiro 2018, quando convidei o professor Leandro Corrêa para ser o articulista de um tema que achei interessante: Bolero Estilizado; não pelo "bolero", mas pelo composto "estilizado". Eu queria mostrar ao nosso leitor o conceito desse estilo na visão de alguém diretamente ligado ao tema e procurei um profissional que estivesse inserido nessa questão. A referência que tive foi Leandro (a quem não conhecia pessoalmente) vinda de outros profissionais e das diversas publicações nas redes sociais sobre o evento Bolero In Foco. Isso porque, queiram ou não queiram, ele faz um trabalho de difusão desse estilo dentro e fora do Rio de Janeiro, com larga repercussão. Convite feito e aceito. Eis o ARTIGO:
Nota do Editor:
Em Jornalismo, um artigo é um texto eminentemente opinativo — mais que informativo — publicado (ou veiculado) em seção destacada do conteúdo noticioso. Os autores recorrentes de artigos são chamados de articulistas. Em jornais impressos, é normal que os editores convidem personalidades da sociedade (especialistas, intelectuais, autoridades) para escrever artigos sobre temas específicos do noticiário, sem remuneração. Entre leigos, é comum confundir artigo com matéria e tratar ambos os termos como sinônimos, o que é um erro. Tampouco é sinônimo de coluna, que se caracteriza por ser um espaço permanente reservado para textos do mesmo autor. Articulistas, em geral, não são jornalistas.

Eis, abaixo, a página 5 da edição de abril de 2018, quando - estando na Capital Federal, fui convidado pelo professor Michel Gomes para assistir ao Bolero In Foco que estava sendo realizado em Brasília. E sob o Título "Bolero In Foco - Tradicional e Estilizado Agitam a Capital Federal", fiz uma matéria. No afã de oferecer mais informações, perguntei ao professor Leandro Corrêa, que também estava em Brasília participando do evento, alguns (poucos) detalhes sobre o evento, para melhor ilustrar o texto. E, perguntado como nasceu o Bolero In Foco, o entrevistado mencionou ano, cidade e quem idealizou, fazendo questão de colocar em primeiro plano o nome de Ramon Oliveira, seguido de Hellyn Castro e do seu próprio (subentendendo que houve uma equipe). Eis a MATÉRIA:
Nota do Editor:
Reparem no primeiro parágrafo, onde o reclamante é citado apenas uma vez: "Lançado em 2013 no Rio de Janeiro, o Bolero in Foco foi idealizado por Ramon Oliveira, Hellyn Castro (que também deu o nome ao workshopp) e Leandro Corrêa, único dos três que está até hoje à frente dessa iniciativa de expandir o estilo. E no final, quando digo que DOS TRÊS (Leandro é) O ÚNICO QUE ESTÁ ATÉ HOJE À FRENTE DESSA INICIATIVA DE EXPANDIR O ESTILO. Eu não afirmei que ele é o único no contexto geral, no Rio ou no Brasil, mas dos três que iniciaram o projeto; onde está a mentira nisso? Sinceramente não vejo nem o Ramon nem a Hellyn à frente de um trabalho exclusivo com o Bolero Estilizado. E se estão, por favor mostrem esses trabalhos para que tomemos conhecimento. Quando pesquisei o professor Ramon Oliveira, a única menção que vi nas suas postagens sequer falava do "estilizado" em seu Centro Cultural. Então vejamos:

Essa filipeta é de 2017. As publicações de 2018 fazem menção ao BOLERO (sem o estilizado) que suponho ser o tradicional,e que não é a pauta da minha matéria. Portanto, não tenho dúvida nenhuma em ter buscado a fonte correta para a proposta da minha pauta. Isso não quer dizer que as pessoas também envolvidas não possam discordar da opinião do articulista. Lógico que podem, mas não acusar o jornal de ser um transmissor de mentiras. 
Eis a transcrição, na íntegra, do texto, que no original é seguido da foto da página 5: Apenas me reservei ao direito de enumerar destacadamente as questões para não ser repetitivo:

"É A HORA DA VERDADE !!!

(1)Inicialmente, entendo que, antes de mencionarem o nome de alguém em um artigo a ser publicado, deva se solicitar autorização da pessoa em questão e/ou investigar se as informações publicadas são verídicas.
Considerando que a publicação já foi feita, me sinto na obrigação de corrigir os fatos mencionados no texto. Primeiramente sobre a idealização do Bolero in Foco: (2)Eu Ramon idealizei o evento sozinho e, devido a falta de tempo que eu tinha para cuidar de tudo, convidei uma profissional do ramo para administrar o evento junto comigo em sociedade. A mesma sugeriu o nome do evento, do qual foi aceito por mim e permanece até hoje.
Devido a necessidade de suporte à produção, minha sócia no evento, solicitou a mim que seu namorado à época, o atual dono no Bolero In Foco , que naquele momento era coloborador/bolsista na academia de dança Ponto de Encontro, pudesse ajudá-la com a divulgação do evento.
Ou seja, gostaria que ficasse claro a todos, (3)que a minha saída do evento promovida pelos dois em conjunto, este evento que eu mesmo criei e idealizei, foi algo imposto, anti ético e imoral. Pela primeira vez estou me manifestando pois esta mentira assumiu proporções inaceitáveis.
Segunda questão: A minha idealização inicial para o Bolero In foco foi de divulgar o Bolero e não um determinado "estilo" ou "vertente". Lembrando que à época, este foi o primeiro evento de Bolero a nível nacional a ser promovido por alguém, visto que EU sempre tive grande público fora do RJ.
Terceiro ponto: Quanto ao bolero estilizado, engana-se quem acredita que a iniciativa de expandir o Bolero Estilizado limita-se ao profissional que alega isto no texto. Atualmente, diversos profissionais gabaritados trabalham o Bolero Estilizado no mercado Brasileiro e Internacional. Ressaltando que muitos deles não compactuam com a idéia de Estilizado (fundamentação e padronização) que está sendo apresentada pelo profissional atual dono do Bolero In Foco.

(4)Quanto a divulgação do meu nome levianamente neste artigo, resolverei através dos caminhos legais.

(5)E ao meu favor tenho a verdade e diversos profissionais que estão aptos a se pronunciar caso o que eu escrevi seja confrontado.

#COMPARTILHEM"

Passo a responder as dúvidas do professor Ramon Oliveira: (1) Não, professor, eu não tenho que lhe pedir autorização para mencionar o seu nome em nenhum artigo ou matéria.  Já imaginou se estou cobrindo um evento gigantesco e resolvo citar a presença de 100 dos 1000 convidados? Já imaginou se omito o seu nome na matéria só porque não consegui "pedir" sua autorização e você procurasse na relação se sua presença foi notada e ir até o último nome da matéria e constatar que não foi mencionado? Você me acusaria de quê? Seletivo, soberbo ou cego? O que eu não posso é infringir normas. Já que pretende buscar os "caminhos legais", vou ajudá-lo para que possa fazer sua acusação legal contra o jornal com sustentação, primeiramente com base na Lei de Imprensa:


Art 9º - Constituem abusos no exercício da liberdade de imprensa, sujeitos às penas que vão ser indicadas, os seguintes fatos: 

f) caluniar alguém, imputando-lhe falsamente fato definido como crime: pena de seis meses a um ano de detenção para o autor do escrito e multa;
g) difamar alguém imputando-Ihe fato ofensivo à sua reputação: pena de dois a seis meses para o autor do escrito e multa;

h) injuriar alguém, ofendendo-lhe a dignidade ou o decoro: pena de um a quatro meses de detenção para o autor do escrito e multa;

i) obter favor ou provento indevidos, mediante a publicação ou a ameaça de publicação de escrito ou representação figurativa desabonadoras da honra ou da conduta de alguém.

E com base no Código Civil:

Art. 17 -  “o nome da pessoa não pode ser empregado por outrem em publicações ou representações que a exponham ao desprezo público, ainda quando não haja intenção difamatória”. Não importa que quem está divulgando o nome da outra pessoa não tenha interesse em difamá-la. Basta que haja a exposição ao desprezo público, seja ele como for. Chamar alguém de ‘mosca morta’ ou 'maria gasolina', como por exemplo, é obviamente uma forma de exposição ao desprezo público.

Portanto, meu caro professor, se o senhor considera que eu não respeitei a ética, tome as providências legais que terei a humildade de reconhecer. 

(2) Se a questão é o EU, já lhe concedi  (in box) espaço para expor sua face da moeda no Dance News. E agora o faço publicamente. Não que você tenha direito jurídico para isso, mas pelo bom senso e imparcialidade do jornal. Não nos sentiríamos à vontade se não permitíssemos suas argumentações em nossas páginas. Afinal, o DN foi criado especialmente para a dança e seus profissionais.
(3) As motivações de sua saída ou de qualquer outra situação envolvendo os personagens desse fato sequer foi mencionado. Se fosse, aí sim eu teria que consultá-lo para confrontar as informações.
(4) Foi a pior parte da sua postagem, no meu entender. Primeiro, que no artigo seu nome não aparece; e na matéria, quando aparece, em momento nenhum lhe desmerece como profissional, homem, cidadão ou ser humano. Pelo contrário, lhe coloca numa posição em que você mesmo se coloca. O fato de não ter expandido sua atuação no Bolero In Foco, é unicamente por você não  mais fazer  parte desse projeto (objeto da matéria). Mas se você queria uma posição mais destacada era só procurar um dos veículos especializados e expor sua opinião, inclusive o Dance News, que nunca fechou as portas para nenhum profissional. Se você nunca esteve em nossas páginas, não se considere inferior a ninguém por isso, estou com uma lista imensa de profissionais que não receberam o merecido destaque em nossas páginas, entre eles veteranos de valor incontestável no cenário dançante nacional. Tenho pedido entrevistas ao Oswaldo, Marinho Bráz, Flávio Marques, Vera Prieto e tantos outros. Mas tenho um espaço limitado que não cabe todo mundo.  Leviano, professor,  é quem julga ou procede irrefletidamente, sem pensar, sem seriedade. E esse não é o meu caso nem do Dance News. 
(5) Se você tem ao seu lado a verdade, como diz, ela prevalecerá. O que eu não vou, de nenhuma forma, é transformar o Dance News numa praça de guerra de egos, nem em ringue ou octógono para satisfazer vaidades, como eu já falei anteriormente. Esse é o meu posicionamento diante do ocorrido, pedindo sinceras e sentidas desculpas ao público leitor, aos demais profissionais e amantes da dança a dois que nos acompanham. E à você, professor Ramon Oliveira, se por ventura, ter mencionado seu nome, de forma tão superficial, tenha lhe causado algum transtorno emocional. Somar é a palavra chave que pode devolver o glamour da dança; entendimento pode ser a única porta para que todos sejam beneficiados. Respeitar é sagrado.